Desabafo de uma mulher desprezada.

Foi assim, apenas assim. De uma forma triste que ele me expulsou do quarto e sem remorso nenhum, dormiu. E eu, do lado de fora fiquei, aguardando algum arrependimento de sua parte, mas nada vinha. Esperava algum gesto carinhoso após seus ataques com palavras injustas referidas a mim... Mas esperei em vão. 
Não sei mais se devo amá-lo, já que suas falsas palavras sobre mim me magoaram tanto. Já que em seu peito não havia culpa alguma por ter me deixado dormir do lado de fora do quarto, no calor de mais de 30ºC. 
Meu peito se corrói de dor e raiva, ao choro do cachorro inquieto por causa da aflição que ele me causara. Não sei ao certo de seu sentimento, enquanto o meu, infelizmente continua o amando.

Eu não queria chorar, mas seus ataques com palavras continuavam mesmo após abrir a porta do quarto. Ao me ver, não demonstrou se quer um arrependimento diante do fato. Fiquei sem saber se entrava ou não no quarto. 
Não sabia se me queria deitado ao seu peito, pois de sua boca saíram apenas palavras sem gosto, palavras que machucam.
Se me ama mesmo, não deveria querer me magoar tanto com palavras, mas ele me magoava!

Eu apenas queria curá-lo de sua dor, houve mal entendidos, mas queria acima de tudo tirar aquela dor que o afligia. Talvez ele pensara que eu apenas questionava sua dor... e com suas suposições, causara-me novamente a tortura da dor que era amá-lo em tempos de falsos amores.

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